Respondendo à Leitora Milza(1): cachorrinhos também são guardas de aviso
Dona Panda, respondendo à leitora, resolveu falar um pouco dos cachorrinhos bonitinhos, engraçadinhos, mas já diz logo que não é sua praia. Os cuidados, como levar ao veterinário, são aqueles já comentados para os cães da chácara. Embora nossa serelepe vellhinha (ela está lá no canil, dando comida para as suas ferinhas de 40kg) não tenha muita experiência com cães de pequeno porte, ela os recebe aos domingos. Sua observação é de que esses pequenos são tão bons de faro e de ouvido quanto os grandes. Parece (vai depender da raça) gostar mais de latir, o que deve ser para compensar a falta de tamanho para um enfrentamento. Latem para assustar os incautos, avisar os donos de que algo (não importa o quê) está acontecendo.
O ambiente urbano é muito diferente do rural. O espaço é outro em tamanho e qualidades. As casas, por mais bem servidas que sejam de quintal e jardim, não dispõem da generosidade da terra, do espaço para correr, brincar, fazer buracos e sentir cheiros. Se o animal vai morar com sua dona (ou seu dono, não há a menor diferença no gênero) e compartilhar a mesma casa, terá que receber uma educação mais primorosa. Não precisa aprender a usar talheres, porém usar o banheiro certo é fundamental. Quanto menor o espaço, quanto mais compartilhamento mais educação e respeito seus moradores precisam ter (ah! estão pensando que Dona Pandá passou a falar de casais amorosos, e não deixa de ser, mas ela está se referindo ao animalzinho de quatro patinhas que também gosta de conquistar espaços).
Estou sempre me perdendo nesses parênteses de Dona Pandá. Então, a fala está na necessidade de educar o bichinho. É básico que a pessoa humana não se deixe enganar nos primeiros dias de convivência com o pequeno e passe a agir de acordo com o que vai querer no futuro próximo. Não há tempo a perder em termos do treinamento do companheirinho. Ele precisa saber como se comportar na presença e na ausência dos humanos. Não se pode deixar que adquira hábitos que serão indesejáveis quando for adulto. Se ele tiver que ficar só durante um período, isto precisa ser mostrado a ele de forma a lhe dar segurança que será apenas aquele período. Os hábitos da casa - horários, lugares estabelecidos para a alimentação e as necessidades fisiológicas, os banhos e outros peculiares a cada casa - deverão ser apresentados a ele com firmeza, coerência e paciência.
Os cuidados com a higiene, a alimentação, a saúde do bichinho são obrigação do humano. Outra coisa importante é a comunicação entre as partes. O cachorro, não importa o porte, tem vários latidos - sua fala - que precisam ser traduzidos e isto é fácil. Basta atenção e logo você saberá o que o cãozinho está lhe falando. Ele está pedindo, avisando, mostrando alegria, agradecendo ou contestando? Você deverá saber, assim como o cão sabe se você vai viajar, se está alegre ou tristre. Não adianta tentar enganar seu bichinho, ele sente você com o que está dentro naquele momento.
Se você quer um companheiro, basta tratá-lo como tal e terá um companheiro amoroso e leal. Lembre-se de que ele também quer reciprocidade. Você é humano ele é canino. Duas espécies que se dão bem. Se você quer um companheirinho que vai lhe deixar a vida mais gostosa e saudável dê isto a ele e terá, além de ter os latidos avisando se algo anormal estiver para acontecer. Com certeza, o canino saberá antes do humano.
Não se pode esquecer das licões do encantador: exercícios, disciplina e carinho. Precisa levar seu cão paa passear, precisa educá-lo com firmeza, sem casrtigo, cuidar de sua saúde e lhe dar carinho e amor. Serão felizes!
(1) Vejam seu comentário na postagem Os cães, esses viabilizadores de chácara - O cão guarde a chácara, você cuida dele
Este blog se destina a discutir ideias e caminhos ligados à literatura, à vida de bem com a natureza, à construção de um país mais justo. Buscar ser feliz é nossa obrigação. Vamos falar de livros,artesanatos, bichos,plantas orgânicas, saúde,movimentos sociais. LULA PRESIDENTE!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Os Cães, esses Viabilizadores de Chácara
O Cão Guarda a Chácara, Você Cuida Dele
Dona Pandá se acha muito objetiva e racional, porém há momentos em que ninguém, muito menos esta indefesa digitadora, a convence do que já decidiu. O plano era abordar os quesitos limitantes e só depois passar aos cuidados da chácara escolhida e comprada. Pois bem, a voluntariosa senhora me ordenou taxativamente que falasse dos cães. Segundo seu raciocínio, que perdeu a lógica na porta do canil, já que falamos de segurança e seu nome é cachorros, temos que falar desses cuidadores do homem. Quando começa a falar de bichos, especialmente de cachorro, a mocinha sexagenária não para e já rascunhou meia dúzia de páginas. Vamos a elas.
Para escolher um bichinho e, especialmente, cachorros, você deve ficar ainda mais atento às suas sensações. Um casal ou uma dupla de fêmeas/machos, você decide, mas não se atreva a decidir antes de vê-los, pois será decisão perdida. Dona Pandá insiste que a escolha é mútua. Você fique bem atenta (o) porque precisa sentir que está sendo escolhida (o). Há muitas pessoas, ONGs, clínicas, abrigos que doam animais recolhidos da rua, pois, na outra ponta, há os irresponsáveis que abandonam ou não cuidam de seus bichinhos. Assim, não há motivo para se gastar uma grana comprando cachorros de raça pura. Procure mestiços de porte grande e que tenham a aptidão de raça de guarda. Aproveite para contribuir com os da ponta do bem e seu dinheiro será melhor aproveitado. Como estamos falando de animais de guarda e não de exposição, pode deixar os pedigree que terão quem cuide deles já que satisfazem a vaidade de seus donos.
É importante definir o porte dos cachorros, pois os pequenos, embora sejam companheiros deliciosos, não vão proteger sua chácara. Se seus animais são para sua segurança, então, é preciso que sejam temidos e sua fama chegue aos indesejáveis da região. Você pode adestrá-los ou contratar um profissional e, neste caso, cuidado. Busque informações sobre o adestrador e seu método, infelizmente, ainda há aqueles que utilizam castigos. Procure, mesmo tendo obtido boas informações, assistir às aulas. Um mau adestrador pode deixar seus cães com graves seqüelas comportamentais. Adestrar um cão é uma tarefa que exige sobretudo muita paciência, persistência e carinho. Dona Pandá manda procurar profissionais habilitados. Esses cães não poderão ser amigos de toda a vizinhança, pelo menos até você ter certeza de que não há jovenzinhos de olho em sua casa, ou melhor no que está dentro dela. Há uma grande parte deles que, embora sejam filhos de pessoas com quem você gostaria de cultivar um agradável relacionamento, são dependentes químicos e roubam qualquer coisa para trocar por drogas. Geralmente os pais ignoram esses fatos.
A intenção é levar cachorros para a chácara, então, antes de sair para buscá-los, providencie o canil. Deve ser um abrigo das intempéries e um lugar agradável, com espaço e ventilação adequados. Lá os cães ficarão pela manhã para descansarem. Se adoecerem, irão preferir seu lugar seguro enquanto estiverem convalescentes.
Os cachorros vão trabalhar para você, protegendo sua propriedade, você deve cuidar deles, proporcionando-lhes uma alta qualidade de vida. É fundamental que sejam saudáveis e felizes. A primeira providência é levá-los ao veterinário para um eficiente exame e vacinas. Nesse momento, Dona Pandá já esclarece que é hora de acertar com o veterinário a viabilidade de visitas de emergências. Deixar com o profissional um mapa detalhado do caminho para a sua chácara. Lembre-se de que acidentes acontecem e o maldito ouriço-cacheiro gosta de frutas. Os cães de guarda não toleram estranhos em seu território. O resultado dessa contradição é sempre desfavorável aos cachorros que ficam com os espinhos, terrível e eficiente defesa do ouriço. Dona Pandá grita: atenção! Não tente retirar esses espinhos que causam uma grande dor no cachorro. Este deve ser anestesiado.
O veterinário, além de examinar os animais e vaciná-los, deverá ser inquirido sobre a alimentação adequada à raça e idade e todos os cuidados que seus companheiros devem receber. Bom lembrete é o que César Milani, o encantador de cães, faz: o cachorro precisa de exercícios, disciplina e carinho. Se você pensa em ir à chácara apenas no final de semana, ou arrume uma pessoa para ficar com os cachorros ou trate de procurar outras soluções de segurança. Não pense em abandonar seus animais, achando que basta alguém aparecer uma vez por dia e lhe dar comida e água. Não mesmo!
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Dona Pandá Fala da Segurança e da Qualidade da Água
Capítulo 2
Dona Pandá está felizona por ter juntado todas as leitoras (e leitores, claro, pois apesar de pendendo para o feminismo, ela declara seu amor irrestrito aos senhores bem humorados) que se enquadraram nas três alternativas consideradas de sua alçada. Vai abordar os itens constantes do quadro dos quesitos limitantes e preferências.
Antes de continuar, preciso dar um aviso a algum leitor incauto: se você está visitando o blog pela 1ª vez, é aconselhável que retorne ao início da página, primeiro capítulo/arquivo, pois este é o 2º e você corre o risco de não entender direitinho as coordenadas de nossa consultora.
Segurança
Antes de entrar nos itens do quadro, Dona Pandá acha bom esclarecer algumas coisinhas sobre o item segurança que não fez parte da discriminação referido quadro. Tudo mundo se preocupa com a segurança, mas o que nos dá essa preciosidade? Nossa destemida senhora aconselha uma sondagem com a vizinhança sobretudo para verificar que tipo de ladrões costuma freqüentar a redondeza. Se são ladrõezinhos que roubam qualquer coisa para reforçar seu estoque de drogas, você pode pensar em cães de guarda que metem medo e cercas poderosas, auxiliadas por plantas do tipo sansão do campo casado com coroa de cristo. Se a opção é por um terreno menor, poderá até pensar numa cerca elétrica sobre o muro. Mais uma vez, terá que consultar seu bolso. Há uma divergência entre pessoas ouvidas por Dona Pandá a respeito do item segurança. Algumas são de opinião que quanto mais fechada a propriedade, pior fica, pois além de chamar mais a atenção, se o ladrão consegue pular o muro, estará protegido da rua/estrada. Ninguém poderá vê-lo e aí tudo vai depender dos seus equipamentos de proteção. Outra visão se refere ao muro com a cerca elétrica como uma proteção até porque o pretenso invasor não saberá o que o espera.
A sondagem pode mostrar que os indesejáveis na redondeza são mais profissionais. Neste caso, pense em buscar outra escolhida distante dali, contrate especialistas da área de segurança para a elaboração de um projeto caríssimo e sem garantias de eficácia ou faça parte da turma determinista que acha que em todo o lugar não há segurança, então, deixa o assunto pra lá e vamos que vamos.
Dona Pandá que é uma chacareira de poucos recursos, quando chegou à sua atual morada, teve a experiência de receber, por quatro vezes seguidas, a visita dos indesejáveis. Logo descobriu que era uma gangue de adolescentes locais, guiados por um garoto de 10 anos que ela havia socorrido na estrada. O menino estava caído, com a bicicleta tombada a seu lado. Com pena do garoto, ajudou-o a entrar em seu carro e o levou para dentro da casa para lhe fazer um curativo. O pai do futuro ladrãozinho era um conhecido e bom trabalhador. O garotinho é, hoje, um foragido da polícia e o único sobrevivente da gangue.
Dona Pandá conseguiu fazer uma cerca com tela forte, reforçada com os eficientes espinhos do sansão do campo e comprou dois cachorros de guarda que desde pequenininhos foram impedidos de contatos com a vizinhança e treinados a não aceitarem estranhos em seu território. Quando da última visita dos indesejáveis, os cachorros impediram sua efetivação. A notícia se espalhou e não houve outras tentativas. Esta solução tem o seu lado negativo, os cães são antissociais, o que exige atenção e cuidados permanentes, inclusive para que os animais não se sintam sós e/ou frustrados.
Água tratada
No meio rural é pouco provável que você consiga uma chácara com o fornecimento por uma concessionária de água tratada. A solução mais comum são os poços ou cisternas. Há os profissionais (às vezes, nem tão profissionais, portanto procure saber sua experiência) que furam poços. Chamou a atenção de Dona Panda a falta de cuidado desses profissionais com sua própria segurança, o que pode trazer problemas sérios. Nessa área de segurança do trabalho, todo cuidado deve ser tomado, sobretudo com a frase: num preocupa não, tô acostumado.
O local da perfuração deve ser bem observado: fora do alcance de fossas, brejos, além de verificar a distância da casa ou da caixa que servirá de reservatório. Nesse poço será colocada uma bomba que irá jogar a água até o reservatório e deste, normalmente por gravidade, para a casa. É claro que antes de usar a água ela deverá ser analisada com o fim de verificar sua qualidade.
Dona Pandá já gritou que preciso alertar de uma vez sobre os esgotos. Há um péssimo costume, em grande parte do meio rural, de se fazer fossa negra. A fossa séptica é até mais fácil, mas também precisa de se verificar com cuidado sua localização, pois sempre há riscos de se contaminar o terreno. Pode-se fazer o buraco – igual ao da fossa negra – e destinar a ele apenas a água usada e não o esgoto dos vasos sanitários. Estes, na falta de uma rede publica de esgoto, devem ir para a fossa séptica.
Atenção aos senhores muito gentis que aparecem com um pretenso equipamento para furar um poço semiartesiano, com um contrato de risco. Você paga adiantado, ele diz que tentou, mas o lugar não comporta porque há pedras ou alguma outra desculpa e... vai tranquilamente embora. O risco é seu, o pagamento é dele.
A outra opção, que depende de nova consulta a seu bolso, é o poço artesiano, objeto de desejo de Dona Pandá e de todos os chacareiros.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Ilda e Ramon - Sussurros de Liberdade - Sinopse
Comprar: http://www.editorabarauna.com.br/index.php?mpg=02.00.00&npr=229&pg= Ilda e Ramon – Sussurros de Liberdade é um romance que retrata a trajetória de uma escritora que vive numa chácara e sonha transformá-la num lugar que receba uma comunidade agrícola. A escritora narra algumas estórias dos personagens que, mais tarde, irão constituir a comunidade. Destaca-se, no entanto, o caso de Elisabete que não faz parte do grupo residente. É uma jovem francesa, casada com Estácio, advogado brasileiro. Ela desenvolve uma doença ainda desconhecida que poderá ter um tratamento experimental oferecido aos sócios beneméritos de um instituto de pesquisas parisiense. O avô da garota – um crítico de cinema brasileiro - é um desses sócios, porém precisará provar essa sua condição. Para tanto terá que encontrar o certificado que foi deixado, há anos, dentro de um livro, na casa de sua ex-companheira, a escritora. Há, então, o reencontro do casal que, na busca do livro, recupera lembranças, vivências e recomeça uma nova e rica relação.
A vontade de ser mãe leva a jovem francesa a engravidar apesar de saber da impossibilidade de manter sua própria vida se conseguir manter a gravidez. Este fato perturba profundamente o relacionamento do casal que se separa quando ele vai para o Canadá. Ela perde a criança, vem terminar o tratamento no Brasil, acompanhada apenas pelo avô. No Canadá, Estácio conhece Stela que, apesar de não querer, acaba engravidando. Há, aí, um clima de contradição quando ela quer interromper a gravidez. Ele percebe que quer a criança e a esposa. Esta, ao saber do caso, tem uma atitude surpreendente. Todos se envolvem nesse episódio e o avô desconfia da honestidade da moça canadense.
No retorno ao Brasil, inicia-se o processo de construção da Comunidade Terra da Xury, onde se desenvolverá um modelo de produção agrícola, visando ao exercício da liberdade de seus integrantes.
Ilda e Ramon - Sussurros de Liberdade - Prefácio de Jaqueline Lemos
A vida visceral
Jaqueline Lemos(1) (2)
[...] Escrevo porque sou um desesperado e estou cansando, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse a sempre novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias.
A Hora da Estrela,
Clarice Lispector
Não faz muito tempo Mírian comentou comigo: “estou escrevendo um livro”. Apesar da novidade, não foi uma surpresa. Pareceu-me natural que assim fosse. Dos muitos anos que nos conhecemos, mesmo com breves encontros, sempre imaginei que ela um dia seguiria o rumo da literatura. E, eis a primeira cria. Primeira, certamente.
Ilda e Ramon – sussurros de liberdade é na verdade um grito visceral. Não é um sussurro. Aqui, a vida pulsa com a intensidade das tempestades: a vida da autora e a vida da narradora. Mírian e Mariana são um amálgama. Mulheres que carregam em si rebeldia, questionamento, paixão, dor e muita ternura. São mulheres que jamais saberiam viver no raso. É nas profundezas que elas se encontram.
E a vida profunda é dilacerante tanto quanto as dores físicas vividas por Mariana. Com Ilda, Ramon ou com Bei (seus bichos-companheiros) Mariana sangra corpo e alma. Parecem acidentes, mas não. Não existem acidentes nas vidas dessas mulheres.
Elas fazem escolhas, abrem caminhos. Em meio ao quase-nada, fincaram seu lugar no mundo: a chácara Xury. Tudo por fazer. Construíram. Tudo por plantar. Semearam. O que era um refúgio do eu, se transforma em aconchego de muitos. Pois para elas, mesmo a mais íntima solidão é um exercício de solidariedade com o outro. A vida é para ser compartilhada, comungada... A vida é para ser profunda.
Talvez toda a intensidade das vidas aqui narradas tenha nascido da junção de duas grandes paixões dessas mulheres: pela terra e pela liberdade. A paixão pela terra é algo que quase brota com elas. Oriundas dos rincões, criadas em fazendas e educadas ao sabor dos ventos impossível seria que não despertassem a outra paixão fundante em seus seres: a liberdade. Uma paixão finca raízes e alimenta o cotidiano. A outra paixão dá asas e alimenta a alma. Parecem caminhos contraditórios, mas não.
São reveladores da beleza do humano ser. Quando essas mulheres trilham seus caminhos elas o fazem abrindo mata fechada. É uma lida dura, muitas vezes solitária, mas somente as gentes que têm os pés no chão e a cabeça nas nuvens conseguem.
É caminhada de gigantes.
É caminhada de mulheres ousadas.
É a vida visceral.
Com café e afeto,
Jaqueline Lemos
Jaqueline Lemos é jornalista e professora-pesquisadora
na Universidade São Judas Tadeu, em SP.
Livros já publicados: "Betinho", "Sérgio Vieira de Mello" e
"Madre Teresa", pela Editora Salesiana. "Casa de Taipa"
(em co-autoria, também pela Ed. Salesiana). E "Mestres
da Comunicação" (em co-autoria, pela Phorte Editora).
na Universidade São Judas Tadeu, em SP.
Livros já publicados: "Betinho", "Sérgio Vieira de Mello" e
"Madre Teresa", pela Editora Salesiana. "Casa de Taipa"
(em co-autoria, também pela Ed. Salesiana). E "Mestres
da Comunicação" (em co-autoria, pela Phorte Editora).
(2) Desenho de Marcelo Pereira.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Links relevantes
Para ver a capa e trechos do livro Ilda e Ramon - Sussurros de Liberdade
http://www.editorabarauna.com.br/index.php?mpg=02.00.00&npr=229&pg=
Consciência cidadã:
http://www.editorabarauna.com.br/index.php?mpg=02.00.00&npr=229&pg=
Consciência cidadã:
Informação honesta:
http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm?boletim_id=770
Interesse do Escritor:
http://www.portalescritor.com.br/home.php
Arte da Tatuagem:
http://www.revistatatuadores.com.br/
Artesanato:
http://www.brincosdealuminio.blogspot.com/
http://www.feirinhadateodoro.blogspot.com
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